quarta-feira, 15 de agosto de 2007




Com aquele extintor na mão, s. Jorge tinha duas maneiras de enfrentar o dragão: dar-lhe com o extintor no meio dos olhos, ou encher-lhe as ventas de neve carbónica; mal ele abrisse a boca. E qual julgam que foi a reacção do energúmeno ?... Desembainhar a espada, dar esporas ao cavalo e desatar a chamar nomes em inglês ao dragão, que de línguas, só conhece as de fogo ! Por isso mesmo ficou na história como s. Jorge, o "estúpido que nem um cepo" e muito povo civilizado, como o português, deixou de acreditar nele e começou a acender velas às virgens. Também a verdade é para ser dita - que crédito merece um anhuca que se põe a desafiar animais imaginários para andar á porrada?! E ainda mais a uma hora daquelas… ainda se o fizesse p’la tardinha, ao lusco-fusco, que é quando eles vêem mal ao longe … aí nem precisava de extintor, um abanico, daqueles das feiras, chegava perfeitamente.

el raton




belfaghor circus

terça-feira, 14 de agosto de 2007

no chores por mim ermelinda




actualidades em cima da hora

oh pai! olha eu a nadar...


Ainda hoje me soam cruéis na cabeça essas palavras: oh pai olha eu a nadar! Ele estava sempre na brincadeira por isso ninguém o levou muito a sério e continuámos a disparar sobre ele que esbracejava dentro d’água de forma desajeitada e aflita… só percebemos a verdade quando o sangue começou a espalhar-se tingindo a água enquanto ele se agarrava á barriga contorcendo-se à medida que se afogava. Raio do homem. Perfeito palhaço. Palhaço até ao fim.

De súbito o ar encheu-se de perfumes sublimes, à sua volta! Uma indecifrável mistura de odores, de cheiro de flores desconhecidas, fragrâncias subtis e raras, que se debruçavam sobre ele, derramando-se em ondas sopradas sobre o rosto, envolvendo-lhe o corpo, numa tontura vaga.
Não fazia ideia nenhuma de onde viria essa brisa perfumada. Nem se lembrava de quando e como o ar se tinha perfumado, assim, completamente.
Também não saberia explicar as lágrimas que caíam, dalguns desses rostos que se debruçavam sobre ele, fitando-o por um momento, antes de voltar a desaparecer no horizonte…
Refreou o instinto de estender a mão e tocar um deles e dizer qualquer coisa. Foi um instinto inexplicável fazê-lo. Mas deixou-se ficar quieto, saboreando a eternidade do momento. Todo o corpo se descontraía numa ausência estranha. Quase como se já não lhe pertencesse. Abandonado a uma rigidez fria e tranquila. Como um morto.
E quem me garante, que não era já esse o caso?...

reflexão velocipédica

aos ciclistas, cujo forte são as montanhas, chama-se trepadores - porque trepam!
roladores é o que se chama aos que se dão melhor na estrada, em longas tiradas, a pedalar contra o vento, rolando em velocidade desatada...
então porque é que se chama sprinters, aos que são bons é a pedalar ao ataque, sempre a puxar? porquê um nome estrangeiro, quando os que trepam, o fazem em português e os que rolam também?! enfim!, se atacam, deveriam chamar-lhes atacadores! ou puxadores, já que puxam!!

uma questão de bom gosto

O telejornal tinha-me dito que eu estava entre os mais mal pagos da Europa. Confesso que isso me deixou um pouco triste e sem grande vontade de ouvir mais nada.
Tirei o som à televisão e mergulhei na rede, à procura do peixe doirado, que me salvasse o dia. E de repente, ele lá estava, brilhante e gordo nas letras da manchete. O que vale é que há jornais que têm o dom de levantar o moral das pessoas, principalmente quando ele está debilitado por notícias tristes, como a que tinha acabado de ouvir na televisão. O Correio da Manhã é um desses jornais. Dizia o título da notícia: Os preços médios em Portugal são cerca de 20 por cento mais baratos do que na União Europeia a 15… Eh lá!, disse eu, sem que ninguém ouvisse, já que o fiz em silêncio, com os meus botões… eh lá! O que é que o Correio sabe que a televisão desconhece? Afinal, mal pagos seremos, mas também temos tudo mais barato! Claro que, continuando a leitura, acabamos por perceber que a notícia é a mesma, só que cada um entrou p’la porta que lhe deu mais jeito. De facto, apesar da diferença de preços correr em nossa vantagem, os ordenados ficam-lhe muito mais abaixo, o que dá um défice de poder de compra pouco interessante, em termos práticos. Depois vêm os serviços e abastecimentos essenciais de água e energia, que também saem mais em conta, cá do que na Europa dos 15. Onde somos mais careiros é nos telefones. Mas, de novo aqui, o destino nos trama. De que serve termos preços em conta, se, para o dizermos aos vizinhos e amigos, lá se vai o lucro, em despesas de telefone !?...
Mas isso, para o caso e de momento não interessa. O ponto é que há jornais que sabem levantar o moral de uma pessoa e o Correio da Manhã é um deles. Quando li que Portugal tinha dos preços mais baratos da Europa dos 15, senti-me logo mais à vontade. Nada a ver com a sensação que me tinha ficado, daquela entrada deselegante do telejornal, a dizer que eu era dos mais mal pagos da família! E é aqui que eu quero chegar. A notícia é a mesma e para todos os efeitos práticos, mesmo quem não queira ler tudo até ao fim, há-de ficar a saber que a notícia é a mesma. Mais tarde, ou mais cedo, vai perceber que sim ! Só que, entretanto, fica-nos esta sensação de conforto e bem-estar, uma pequena orgia dos sentidos, uma coisa quase mística. De fartura e budância. Quem, ao cimo deste mundo e à face deste sol, nos poderá condenar esta pequena luxúria ?!








segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Troca de seringas nas prisões testada em Lisboa e Paços de Ferreira
Os estabelecimentos prisionais de Lisboa e de Paços de Ferreira vão ser os primeiros a proporcionar aos reclusos a troca de seringas, um programa que será aplicado a título experimental e ao longo de um ano, a partir de Setembro.


PúBLICO, 13 AGOSTO 07


Depois de tanto se ter batalhado, para dissuadir os toxicodependentes de partilharem as seringas, vêm agora estes gajos das prisões de Lisboa e Paços de Ferreira pôr os presos a trocar seringas. Não há, que eu saiba, nada que prove, que a população prisional de nenhuma das duas cadeias em causa, seja particularmente imune a doenças sanguineamente transmissíveis. Nem o contrário. Ou que haja falta de viroses, ou outro tipo de infecções em qualquer dos presídios… Qual poderá, então, ser a vantagem de os presos de Lisboa se injectarem com as seringas usadas p’los camaradas de Paços de Ferreira e vice versa ?! E porquê durante um ano?! E porque começam só em Setembro? Porque não esperar p’lo Natal?! Ou o contrário?...

Ou... de como, nem sempre, o facto de saber e escrever bem e num jornal de referência e grande circulação, chega para nos livrar das armadilhas semânticas da língua portuguesa. Abençoada seja!
Amanhã, se deus quiser, fará sol, se não chover…

Tinham-me prometido uma chuva de estrelas. Como sempre, avisaram-me que não seria uma verdadeira chuva, nem sequer de estrelas. Em boa verdade, o fenómeno até se haveria de repetir, como habitualmente, no próximo ano e no outro e no que seguisse, até ao fim dos tempos, enquanto a terra fosse terra e a lua fosse lua e o sol se aguentasse, firme no seu posto, a fazer girar os planetas todos à volta dele, como borboletas tontas. E não seria chuva, porque o que verdadeiramente se iria passar era a terra atravessar o núcleo central de uma espécie de aterro cósmico, onde gravita a lixarada que ficou da passagem de um cometa de que não fixei o nome… a entrada desse lixo, minúsculas partículas de poeira dos astros, na atmosfera terrestre é que os faz acender e brilhar como estrelas. Portanto nem chuva, nem de estrelas, mas um espectáculo bonito de se ver, apesar de tudo. Alias, p’la propaganda, um espectáculo a não perder, mesmo!
Portanto e antes que me perca, tinham-me prometido uma chuva de estrelas; mas tudo isso, se! Neste ponto, todos estavam de acordo. Se! Se não houvesse nuvens no céu, se se escolhesse um ponto fora das grandes cidades, onde a luz da civilização apaga a luz das próprias estrelas…
Portanto e apesar de tudo, tudo foi montado ao pormenor: as máquinas, as instruções de observação, o entusiasmo da população… pequenos, médios e nunca verdadeiramente muito grandes grupos organizaram-se para celebrar o nocturno fenómeno, a quase mística experiência, o cosmogónico deslumbramento.
E então, as nuvens vieram e afinal não choveu. Enfim, chover choveu, só que, como quase ia chovendo, apesar de não ter chovido, a chuva ninguém a viu, apesar de ter chovido. O mesmo é dizer: a chuva de estrelas deve ter acontecido. Aconteceu mesmo. De certeza. É daquelas coisas que acontecem, mesmo que a gente não queira, ou não veja, ou ache mesmo que só acontece aos outros… portanto, chuva de estrelas houve, a acreditar na astrofísica actual, já que se tem de acreditar nalguma coisa… a gente é que não viu nada, porque o céu estava encoberto com nuvens a ameaçar chuva, mas da outra, da que traz outras poeiras com ela. Poeiras, algumas manhosas mesmo; restos de lixo que se foi soltando cá de baixo e que, depois volta ao remetente, já mais velho e ressabiado. Enfim, não choveu, mas as nuvens taparam o céu e impediram que se visse a chuva, a outra, a assim chamada de estrelas, que – já sabemos – é poeira do cometa, são meteoritos, poeira em brasa… mas não deu p’ra ver. Eles tinham avisado que havia o se. Não que o se, de que falavam, interferisse, de qualquer forma, com a inevitabilidade garantida do fenómeno em si, mas, que havia uma série de factores, externos ao fenómeno, que poderiam condicionar a observação do mesmo. E, a expressão “do mesmo”, como já vimos, vem aqui muito a propósito, já que, como também já percebemos, o fenómeno se repete todos os anos, por esta altura… mas, como também já percebemos, nada disto desmobiliza um povo que aprecia emoções fortes e experiências sublimes. O povo português é assim e então, todos os pontos de observação do costume foram ocupados; todas as expectativas activadas e tudo se preparou à altura do acontecimento.
No dia seguinte, perguntasse-se a quem fosse, ou, p’lo menos, a quem tivesse ido, para a rua, para o alto de um monte, para as falésias de uma praia deserta olhar para o céu, à espera da prometida chuva… olhar para o céu, perseguindo o rasto das estrelas.. todos haveriam de dizer que não viram nada, porque o céu estava encoberto. Na melhor das hipóteses, havia quem dissesse ter avistado uma ou duas estrelas cadentes…
Mas a alegria, o sonho, a certeza, de que algures, do outro lado das nuvens, um espectáculo maravilhoso, se bem que de explicação científica pouco interessante, se estava a desenrolar, às escondidas dos olhos de todos, era consolador e fascinante. Era quase como se os anjos descessem sobre a cabeça do povo, numa chuva de bênçãos e perfumes inebriantes.
Enfim, foi pena as nuvens, mas, no fim de contas, a vida da gente é mesmo assim !

domingo, 12 de agosto de 2007





sexta-feira, 10 de agosto de 2007

isn't she lovely ?!...













quinta-feira, 9 de agosto de 2007

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

vai ser uma corrida de toiros a celebrar os 50 anos de qualquer coisa que não consegui fixar...(da RTP!) primeiro aparece o Eládio Clímaco a dizer que não vai faltar, depois aparecem duas miúdas, supostamente com o mesmo propósito, a convidar o telespectador para a grande festa. e aqui é que a coisa se complica! a primeira diz que: aconteça o "cacontecer" não vai faltar, a outra promete que será um grande acontecimento para a "táromaquia" nacional... não ponho em causa a prestação das duas sorridentes catraias (cada um fala e diz como e o que lhe apetece, até que alguém o cale ou corrija...); já o mesmo não posso dizer de quem dirigiu as filmagens e aprovou o produto final. ?tinha dado muito trabalho parar a máquina? e dizer às miúdas: repete lá a parte do "aconteça o que acontecer"... diz lá outra vez, mais devagarinho, tu consegues...TAUROMAQUIA

tinha?!...

nã!, assim não há condições.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

AVISO À NAVEGAÇÃO


em todos os afixados com música é bem normal que surjam gralhas de ortografia, falta de acentos e coisas assim... a explicação segue dentro de momentos: é derivado ao facto do sítio, onde alojo as músicas, baralhar-se todo na conversão e, assim sendo, prefiro que vá sem acentos, mas que, ao menos, se perceba o que lá está escrito.

fica dito
bom dia
comam bem

para o caso de eu morrer




numa banheira

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

to bi or not to bi...

segunda-feira, 23 de julho de 2007

o presepio segundo s. malaquias




natal 2005

o amor




plpdp

olha pr que chove




plpdp

alice fm




plpdp

a triste triste historia de ze manel lanzarudo




o maior filho da p... que deus ao mundo deitou

domingo, 22 de julho de 2007

Salazar, um tal azar!...




vero 2007

Ai a nossa vida !!!




AI A AI

quinta-feira, 19 de julho de 2007




p'ra cantar com a música do hino do psd


TRAZ PÃO
POLVO E UMA IMPERIAL
NA ESPLANADA DA LAURINDA
NÃO SE LANCHA NADA MAL

TRAZ PÃO
POLVO E LIMONADA
DUAS SANDES DE COIRATO PÉZINHOS DE COENTRADA





quarta-feira, 18 de julho de 2007

a minha geração
não tem sabido envelhecer
uns deram em maluco
outros deram em morrer

a mulher careca





segunda-feira, 16 de julho de 2007


fotograma de "Nosferatu", de Werner Herzog, com Klaus Kinski e Bruno Ganz, filme de 79, inspirado no homónimo de Murnau, de 1922...





vai pagar 660 milhões de dólares
a vítimas de abusos sexuais"

"A arquidiocese de Los Angeles aceitou pagar indemnizações no valor de 660 milhões de dólares (479 milhões de euros) às mais de 500 vítimas de abusos sexuais, uma soma sem precedentes, no âmbito do escândalo de pedofilia que atingiu desde 2002 o clero católico americano."

in :Público, 16 Julho 07





15.E traziam-lhe, também, meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos.
16.Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus.
17.Em verdade vos digo (já cá faltava!*) que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele.

Lucas, 18


* nota do copista (o próprio)



concordo que o texto é um pouco confuso, quase obtuso, principalmente na parte final, no entanto, agora sou eu, quem em verdade vos diz que
o problema da Biblia e de outros livros, ditos, sagrados é o serem levados, por vezes, demasiado à letra !


no caso desta padralhada de Los Angeles, o resultado foi mesmo desastroso

sexta-feira, 13 de julho de 2007

desta vida
não há muito p'ra dizer
é preciso é acordar
c'os pézinhos a mexer
tudo o mais que se lhe diga
não aconchega a barriga
tudo o mais que se acrescente
é conversa deprimente
desta vida
não há muito p'ra contar
c'os pézinhos a mexer
e as orelhas a abanar

quarta-feira, 11 de julho de 2007




terça-feira, 10 de julho de 2007



“BUSCA O QUE PROCURAS.



SE NÃO ENCONTRARES, É PORQUE JÁ NÃO TE LEMBRAS ONDE O PUSESTE.



ASSIM É A CASA DO SENHOR.
AOS QUE ESCARNECEM DA SUA PALAVRA, MANDAREI QUE LHES COSAM AS ORELHAS À TESTA COM LINHA DE ESTUFAR PERUS. SALGAR A SUA SOPA, ATÉ A TORNAR INTRAGÁVEL E ODIOSA AO POVO DE ISRAEL, MASSAMÁ E PRIOR VELHO.
AOS QUE NÃO LIMPAM OS PÉS E FALAM ALTO E TIRAM FOTOGRAFIAS, MANDAREI QUE LHES INSULTEM A FAMÍLIA E ENXOVALHEM O NOME DURANTE 7 FINS DE SEMANA SEGUIDOS, MENOS O ÚLTIMO.
ASSIM É E ASSIM SERÁ, ENQUANTO ME LEMBRAR ONDE FICA A CASA DO SENHOR.”



Assim falou o apóstolo Alfredo, aquele que fora cortador num talho de carne de cavalo, antes de ver a Luz.

Alfredo, o que foi sacrificado em hasta pública, chicoteado por 7 anões e uma senhora coxa, obrigado a comer baratas e formigas contra vontade e sem mostarda e a horas pouco convenientes. Alfredo, o que metia os pés p’ra fora, mas que, mesmo assim, toda a gente gostava dele e ninguém lhe apontava um dedo que fosse seu. Alfredo, esse mesmo!

Naquele dia, Alfredo desceu ao largo onde o povo se reunia e falou, subindo para cima de um escadote precário e abrindo muito os braços, como quem vai voar, ou p'lo menos parecia: “Hoje, p’la última vez, nesta simpática localidade, subo a este precário escadote e dirijo-me a vós, povo ímpio e rude. Bezerros, Vacas e Bois, Cabras e Bodes… enfim, Rezes tresmalhadas do rebanho do Senhor! O mundo está cheio de Falsos Profetas e Vendedores Ambulantes. . E que fazeis vós, Criaturas Desventuradas?! A ponta d’um Corno, com sua licença! A ponta d’um Corno, é o que vós fazeis. E p’ra que serve a Ponta d’um Corno, numa situação destas?! Para nada! Não serve para Porra Nenhuma. Assim é a Casa do Senhor, porra!”



Os manuscritos, recentemente descobertos nas obras do túnel do marquês, vieram pôr em causa a autenticidade do texto acima transcrito, no entanto, a comunidade científica e eclesiástica, bem como a velocipédica e de ginástica já se pronunciaram cagativamente em relação ao assunto, alegando, que virá o tempo em que, o próprio túnel do marquês será posto em causa, que é p’ra que se saiba, como é que se poda na casa do senhor. De qualquer forma, os referidos manuscritos levantam a dúvida em relação ao episódio do escadote precário de santo Alfredo, alegando que o santo, com a sua conhecida fobia das alturas, nunca poderia ter subido a um escadote precário para falar ao povo. Ressalvam a hipótese do episódio ter acontecido com um pequeno banco de cozinha do Brás e Brás e, presumivelmente, na pequena localidade de Samora Correia, ou talvez em Braga. Para isso, citam recentes descobertas nas obras do metro do terreiro do paço, onde, entre vários baldes de esterco não classificado, foi desenterrado, ainda vivo, um pequeno marinheiro alemão do tempo da 2ª grande guerra. Ao que tudo indica, nada consta, apesar de transpirar alguma coisa.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

terça-feira, 26 de junho de 2007

O QUE ME TRANQUILIZA É QUE, EU NÃO SEI, MAS HÁ QUEM DOMINE O ASSUNTO !
"Portugal deve saber cultivar a iniciativa empreendedora que tem permanecido muito tímida e promover a inovação como factor competitivo principal da sustentabilidade empresarial."

Seminário Dia da Europa, 08.05.06
IN: SITE OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - o destaque não é completamente explícito, quanto à autoria da afirmação, mas deduzo que seja de Cavaco Silva, PR em exercício e que tenha sido proferida no tal Seminário coiso...
ASSIM MESMO E TAL QUAL VEM ESCRITO NA PÁGINA OFICIAL, ON LINE, DA ANUNCIADA E TÃO ESPERADA PRESIDÊNCIA PORTUGUESA DA UNIÃO EUROPEIA...
DIZ A AGENDA QUE, NO DIA 5 DE JULHO, VAI HAVER UMA REUNIÃO (JÁ QUE O ITEM VEM NA SECÇÃO DE REUNIÕES E EVENTOS)ONDE, SOB O LEMA: "LISBON RESEARCH & POLICY WORKSHOPS" SE VAI REFLECTIR SOBRE AS IMPLICAÇÕES, PARA AS EMPRESAS E (PARA?!...) A POLÍTICA, DA INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO (!!!) DE ALTA TECNOLOGIA.
É BOM QUE ALGUÉM REFLICTA SOBRE ESTAS COISAS! É BOM QUE ALGUÉM SE DECIDA, FINALMENTE, A ENFRENTAR ESSA AMEAÇA DAMOCLIANENSE, ESSA ESPADA DE DOIS BICOS, QUE É O EMPREENDEDORISMO EM GERAL E À PARTIDA E, PIOR AINDA, SE VIER COM INOVAÇÕES E ALTA TECNOLOGIA NA PONTA !!!
É BOM QUE, FINALMENTE, ALGUÉM ASSUMA ESSE EMPREENDIMENTO

MAS, SEJAMOS CLAROS, A INFORMAÇÃO É ESCASSA, APESAR DA SERIEDADE E URGÊNCIA DA QUESTÃO. NESSE CASO, NADA COMO SEGUIR A SETA: +info

E EIS-NOS CHEGADOS À PÁGINA ONDE TUDO SE ESCLARECE DE UMA VEZ! ONDE O MAIS COMUM CIDADÃO EUROPEU FICA ESCLARECIDO SOBRE TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER SOBRE EMPREENDEDORISMO EMGERAL...

Data de início: 2007-07-05
Data de fim: 2007-07-06
Área política: Outra
Local de reunião: Lisboa
Tipo de reunião: Outras Reuniões e Eventos


FICÁMOS ESCLARECIDOS?...

FIXE.

segunda-feira, 25 de junho de 2007


SANTO EUGÉNIO~
O TROMBETA
COXEAVA D’UMA PERNA
MAS DA OUTRA
O FORRETA
NÃO TINHA QUEIXA NENHUMA
MAS HAVIA QUEM DISSESSE
QUE O PIOR QUE ELE TINHA
JÁ NEM ERA O COXEAR
MAS A TARA DA FARINHA
DA FARINHA E DA MORCELA
E DA TRIPA ENFARINHADA
TIRANDO ISSO E A SARNA
O SANTO NÃO TINHA NADA

EM VÔO DE PÁSSARO LADRÃO
À RAZIA DO BOM SENSO
RESUME-SE ASSIM O REFRÃO
ASSOA-TE LÁ A ESTE LENÇO

FALTANDO O SEBO P’RÁ VELA
COMO S’HÁ-DE ALUMIAR
QUEM NA ESCURIDÃO DA VIDA
PASSA A VIDA A TROPEÇAR
AINDA MAIS SE FOR COXO
AUMENTA EXPONENCIALMENTE
DE FICAR COM UM JOELHO ROXO
A HIPÓTESE EVIDENTE
E DAS TRIPAS CORAÇÃO
ELE HÁ QUEM FAÇA BEM SEI
MAS QUEROSENE É QUE NÃO
E ASSIM SENDO ORA BEM
FICAMOS NÓS CONVERSADOS
POR ORA E DE MOMENTO
FALTANDO O SEBO P’RÀ VELA
É UM GRANDE CONSTRANGIMENTO

EM CASO DE HESITAÇÃO
OU DE DÚVIDA E NÃO SÓ
RESUME-SE ASSIM O REFRÃO
ASSOA-TE AO PANO DO PÓ


ESTA VIDA TEM ÁS VEZES
EPISÓDIOS CURIOSOS
COISAS BOAS COISAS BERAS
ALGUNS GAJOS PIOLHOSOS
E OUTROS DE BOA FÉ
MAS DE GOSTOS DUVIDOSOS
UNS É LEITE COM CAFÉ
OUTROS MAIS ESP’RITUOSOS
SÃO JOÃO TINHA UMA OVELHA
A MINHA AVÓ REUMATISMO
CADA UM É P’RÓ QUE NASCE
SEM TER LIDO O CATECISMO
SÓ TE DIGO QUANDO CHOVE
O MELHOR É NÃO SAIR

SÃO JOÃO TINHA UMA OVELHA
E A MINHA AVÓ JÁ É VELHA
A OVELHA ERA BUDISTA
A MINHA SOFRE DA VISTA
UMA BALE E NÃO SE CALA
A MINHA ANDA DE BENGALA
E PODE PARECER QUE NÃO
MAS ISTO FOI O REFRÃO
DIF’RENTE P’RA VARIAR
EM DUAS VOLTAS P’R’ACABAR