Oh musa, porque me tratas assim,
dessa forma tão cruel e desprezível ?!...
dás-me sopa, quando te peço pudim...
dia sim, dia sim, sempre irascível !
és capaz de me deixar na rua, ao frio,
como um cão, cheio de pulgas, sem calor...
Oh musa, quem te vê e quem te viu,
constata logo, que já não me tens amor.
Oh musa, não suporto mais, viver
na dúvida que vejo a acenar
na sombra desse teu riso escarninho.
que mal é que eu te fiz, queres me dizer ?!
isso é mesmo só vontade de embirrar,
ou será que pisei merda no caminho ?!...
dessa forma tão cruel e desprezível ?!...
dás-me sopa, quando te peço pudim...
dia sim, dia sim, sempre irascível !
és capaz de me deixar na rua, ao frio,
como um cão, cheio de pulgas, sem calor...
Oh musa, quem te vê e quem te viu,
constata logo, que já não me tens amor.
Oh musa, não suporto mais, viver
na dúvida que vejo a acenar
na sombra desse teu riso escarninho.
que mal é que eu te fiz, queres me dizer ?!
isso é mesmo só vontade de embirrar,
ou será que pisei merda no caminho ?!...
Sem comentários:
Enviar um comentário